Neomisia Silvestre

Neomisia Silvestre é jornalista-escrevinhadora com pé no lirismo, na fotografia, nas artes cênicas e na dança. Da trajetória, fez reportagens para o programa cultural “Refletor” (Canal Universitário de São Paulo); trabalhou em ONGs como o Instituto Pombas Urbanas (SP) e Teatro de Tábuas (Campinas). Dos livros que escreveu, “Novos Traços, a inovação da linguagem jornalística” (2006), co-autoria de Michele Prado, livro-reportagem que aborda O Pasquim, New Journalism e reportagens em quadrinhos de Joe Sacco. Ouvindo as histórias de Liliane Santi, relatou “O Engenheiro e a Flor” (2009). Sua mais recente publicação é a biografia “Esumbaú, Pombas Urbanas! 20 anos de uma prática de Teatro e Vida” (2009). Do Jornalismo Cultural, colaborou com as Revistas Fórum, Paradoxo e Boemia, além do Jornal Brasil de Fato. Gosta de lidar com verbos e seus sujeitos predicados e de adjetivos e substantivos nos pronomes sem artigo. Parece pacóvio, mas prefere ser estro. Mantém poesias, botões e devaneios em www.suscitas.blogspot.com, no twitter é @neomisia e para os que não acertam a pronúncia do nome, atende por Neo.

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